A violência na escola e o contexto social


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A violência nas escolas de todo o país chegou a uma situação tão insuportável que até mesmo aqueles professores que defenderam que a escola, a sociedade e o professor não pode reprimir o aluno em seu direito de expressar  sua liberdade, sua  criatividade e seus conhecimentos prévios. Atualmente o conhecimento prévio de alunos do Ensino Fundamental I  é mostrar para a professora como o pai enrola um cigarro de maconha. (Aqui há conhecimento de causa). Por limites, ordens e  regras  é podar à individualidade, a criatividade e a expressão de liberdade do aluno. A educação brasileiro ficou muito parecida com a sociedade “moderníssima” e com a arte que representa essa mais completa falta de estrutura, ordem, coerência, sensatez, sanidade,  verdade e equilíbrio da sociedade contemporânea. A educação brasileira, assim como a sociedade e a arte “moderníssima” reconhecem na desestrutura a estrutura, no caos a ordem e na insanidade a sanidade.

A arte, a sociedade e a educação levaram o conceito de liberdade a essa exacerbação gigantesca, chegamos até a negar os parâmetros, a estrutura, as fronteiras, os limites, a coerência e a sanidade. Chegamos à esculhambação e a avacalhação de todas as coisas que representasse uma limite entre o que é sanidade e loucura, entre o que é liberdade e esculhambação de todos os parâmetros e valores, o que é estrutura e limite e o que é deformação e bizarrice.   

A um bom tempo estamos vendo fotos de bundas viradas para as câmeras, e muitas outras aberrações e imundície ser chamada de direito de expressão, arte, educação, liberdade, senso crítico, resistência e pensamento filosófico. Esses comportamentos vistos como ferramentas de lutas, e todos os indivíduos que representam esse modo de expressar suas liberdades, não desconfiam, porém não deixam de ser depravados e viciados em sexo e drogas querendo transformar um mundo em uma orgia pública, uma Woodstock generalizada e socializada, ou são maliciosos e astutos Marxistas Culturais que reconhecem o poder da mudança de costumes para a tomada de e manutenção do Poder.  Não é um problema social se alguns indivíduos gostam de drogas, álcool e libertinagens, porém a orgia não pode ser “democratizada e socializada”. A sociedade tem que ser produtiva, tem que continuar existindo trabalhadores em fábricas, trabalhadores rurais, trabalhadores em escritórios, professores equilibrados, donas de casas que levam seus filhos para a creche e vão trabalhar,  pais de família que voltam para suas casas depois de um dia exaustivo de trabalho, evangélicos que acreditam na salvação da alma. A sociedade ainda funciona porque muitos indivíduos preservam a sanidade, a ordem, a estrutura, a saúde,  as regras, o equilíbrio, a justiça, o trabalho, os valores tradicionais e muitos ainda impõe a si mesmos equilíbrio, regras e obediência. Pesar que podemos viver em uma sociedade sem regras e valores é de uma imaturidade insana.

           Voltando a essa escola que pertence a esse contexto de esculhambação de todos os valores e limites. Depois de episódios de violência contra professores, em um dos casos um professor foi morto a tiro dentro da sala de aula, depois desse lamentável consequência do descaso e do discurso relativista e nivelador, as medidas tomadas são mudanças nos regimentos internos das escolas. É alguma coisa, no entanto, um grupo dentro da sociedade, muitos dos profissionais da educação, muitos especialistas que nunca trabalharam em uma escola pública em um bairro pobre, tem o discurso da política de esquerda, ainda muito vivo e atuante, e farão oposição a qualquer mudança, isso porque aqueles que praticam o discurso de esquerda, são de esquerda, e uma mudança mesmo que significativa para a sociedade não será apoiada se não tiver saído de suas ideologias ou sistemas de governo, ou de seus representantes.  Essas mudanças nos regimentos das escolas, entre as quais a possibilidade de revistar mochilas de alunos é um problema muito sério, devido a violência, a falta de educação e de limites dessa geração criada dentro do contexto de esculhambação e exacerbação do termo liberdade,  e até coloca o profissional da educação dentro de um crime. Segundo o ECA no Art. 232. Submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento:
Pena - detenção de seis meses a dois anos.
           Apesar de o Estatuto da Criança e do Adolescente prever punições e medidas socioeducativas, esse discurso esquerdista apoiado no artigo 232 do ECA, sempre venceram, é preciso reconhecer que os argumentos de exclusão, preconceito, racismo, homofobia e repressão, opressão, coitadismo e vitimismo, são muito fortes em um contexto de pobreza e ignorância.  Esse discurso é a matéria prima e a ferramenta que cria e forma militantes, representantes e representados pelo Partido. Alimentar esse pensamento, esse sentimento, esse ódio, o ressentimento e o revanchismo, é o combustível que mantém o ódio que sustenta  os conflitos de grupos que alimenta a esquerda no Poder.
            Quando essas questões e argumentos pautados em conflitos de grupos são analisados como uma razão de existir do socialismo que explora e alimenta o conflito, esse mesmo argumento visto de uma perspectiva mais de direita são como problemas a ser resolvidos ou melhorados, porém serão julgados pela esquerda como exploradores da pobreza, o que também não é mentira. Qualquer sistema de governo adotado será explorador da pobreza e do mais fraco, porém cada um a seu modo. O sistema de governo pode usar a pobreza com um discurso que faz dela falso aliado, e os esperançosos, os beneficiados e os conformados com as migalhas os mantém no Poder. Um sistema pode também  explorar a pobreza descaradamente. Como diz o ditado: “Só muda o dono, o burro carga é o mesmo.”      
José Nunes Pereira   
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