Zabala (1998, p.210) a avaliação como formativa

Zabala (1998, p.210):  Dificilmente podemos conceber a avaliação como formativa se não nos desfizermos de algumas maneiras de fazer que impedem mudar as relações entre alunos e professor. Conseguir um clima de respeito mútuo, de colaboração, de compromisso com um objetivo comum é condição indispensável para que a atuação docente possa se adequar às necessidades de uma formação que leve em conta as possibilidades reais de cada aluno e o desenvolvimento de todas as capacidades. [...] um clima de cooperação e cumplicidade, é a melhor maneira de que dispomos para realizar uma avaliação que pretende ser formativa.



“[...] o principal objeto da avaliação [...] fosse a verificação da possibilidade que cada criança apresenta de se limitar e se enquadrar na forma que lhe é dada” (ESTEBAN, 1993, p.30). 

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