PUBLICIDADE

Danger (1973, p. 6)  “o vermelho possui atração universal e, de imediato, chama atenção do passante”. 


 A cor vermelha é:  “calor, paixão, excitação”. (DANGER 1973, p. 27) 


“bela fachada” manipula e induz o possível comprador. Para tal fim, essa mensagem se utiliza do jogo entre imagem (ícone) e palavra (signo) e se vale da persuasão. Essa, por sua vez, é definida por Citelli (2002, p. 14)

Ramos (1987, p.12) : “[a propaganda (no sentido de publicidade)] não se fala às massas, antes se vê na massa o indivíduo, suas necessidades e aspirações [...]”.

“provocar interesse, informar, convencer e, finalmente, transformar essa convicção no ato de comprar” (CARVALHO, 1998. p. 15). 

 O que é slogan: Gonzalez (2012, p.60) : “frase breve, sugestiva, curta e direta, que geralmente é associada ao produto ou à marca”



Ramos (1987, p.20): “[...] pode ser tomada (globalmente) como anúncio ou comercial, e de maneira mais estrita como apelo central [...]. Nesse caso, a mensagem se confunde com a sua ideia básica. A mensagem é a ideia”. 



 Carvalho (1998, p.12): PUBLICIDADE [...] não se limita ao mundo dos sonhos. Ela concilia o princípio do prazer com o da realidade, quando normativa, indica o que deve ser usado ou comprado, destacando a linguagem da marca, o ícone do objeto [...] Acima de tudo, a publicidade é discurso e, portanto, manipula símbolos para fazer a mediação entre objetos e pessoas [...] passando a adotar uma lógica e uma linguagem próprias, nas quais a sedução e a persuasão substituem a objetividade informativa.

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