(PADILHA, 2001, p. 34)

...] visão claramente inatista, [a qual] desloca questões sociais para o plano individual e biológico [...]. Nada de histórias de vida, nada da inserção social. Mesmo supondo avanços na maneira de avaliar, saindo dos testes de Q. I. padronizados, ainda assim, não há alteração substancial. Permanece a mesma visão de homem e mundo, conformada ao biológico, ao individual, ao que é hegemônico[...]. (PADILHA, 2001, p. 34)

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