Somos o produto de uma interação

Leão (1995) apud Brancher; Chenet; Oliveira (2005, p. 15): Somos o produto de uma interação permanente com o meio. A pulsão rebate sempre no meio e retorna à fonte. É nessa dinâmica que o sujeito do inconsciente é relevado. O jogo implica sempre numa parceria. O outro está sempre implícito no brincar. O outro é cena básica da fantasia. 

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