NÍVEL PRÉ - SILÁBICO

[a criança] começa diferenciando o sistema de representação escrita do sistema de representação do desenho. Tenta várias abordagens globais (hipótese pré-silábica), numa busca consistente da lógica do sistema, até descobrir - o que implica uma mudança violenta de critérios - que a escrita não representa o objeto a que se refere e sim o desenho sonoro do seu nome. Neste momento costuma aparecer uma hipótese conceitual que atribui a cada letra escrita uma sílaba oral. Esta hipótese (hipótese silábica) gera inúmeros conflitos cognitivos, tanto com as informações que recebe do mundo, como com as hipóteses de quantidade e variedade mínima de caracteres construída pela criança. (WEISZ, 1990, p. 73) 


[A didática do nível pré-silábico] se caracteriza pela criação de um ambiente rico de materiais e atos de leitura e escrita [...] não há seleção e ordenação de letras ou palavras para vivenciar [...] as crianças tomam contato com todas as letras e com qualquer palavra [...] alfabetizar-se é muito mais do que manejar a correspondência entre sons e letras escritas. (GROSSI, 1985, p. 5).

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