CITAÇÕES EM TRABALHOS ACADÊMICOS


Azevedo (1998, p. 120):
- A incorreta demarcação feita entre as ideias do autor e o autor ao qual faz referência (citado), impossibilitando o leitor de fazer a respectiva identificação das “vozes”.
- Como dito antes, o excesso ou a falta de citações incide de forma direta na performance discursiva, uma vez que se torna essencial a habilidade de o pesquisador saber dosar o que está afirmando e reforçar tais ideias com base nas de outros autores;
- Impropriedade no que tange a documentação utilizada, demarcada pela inexistência, falta ou incorreção das fontes utilizadas;
- Ausência de diálogo com as fontes utilizadas, usadas muitas vezes somente para validar, dar crédito, ao pensamento dos autores citados – fato esse que comprova inabilidade do pesquisador em dosar seu posicionamento aliado ao posicionamento de outrem.

Soares (2003, p. 76): “[...] é importante lembrar que é impossível um trabalho sério sem citações, ou melhor, é impossível ‘partir do nada’. Porém, cabe advertir que um trabalho científico não pode constituir mera cópia ou paráfrases. Ele pressupõe uma reflexão própria”.   
SOARES, Edvaldo. Metodologia científica: lógica, epistemologia e normas. São Paulo: Atlas, 2003

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