homem como membro da sociedade


“contribui para a reprodução de um ethos funcional à ordem social reificada.”(BARROCO, 2003, p. 58)


“as necessidades do homem como membro da sociedade não se tornaram necessidades interiores no verdadeiro indivíduo, mas permaneceram externas a ele, como necessidades da sociedade (...) se fossem ‘necessidades interiores' do homem, então não haveria necessidade de impô-las externamente.” (MÉSZÁROS, apud BARROCO, 2003, p. 59)


“A consciência humano-genérica (...) só se dá quando o indivíduo pode superar a singularidade, quando ascende ao comportamento no qual joga todas as suas forças, mas não toda a sua força numa objetivação duradoura (...). Trata-se então, de uma mobilização anímica que suspende a heterogeneidade da vida cotidiana – que homogeneíza todas as faculdades do indivíduo e direciona num projeto em que ele transcende a singularidade numa objetivação na qual se reconhece como portador de consciência humano-genérica. Nesta suspensão (...) o indivíduo se instaura como particularidade, espaço de mediação entre o singular e o universal e comporta-se como inteiramente homem.” (NETTO, 2000, p.69)


Reconhecimento da liberdade como valor ético central e das demandas políticas a ela inerentes – autonomia, emancipação e plena expansão dos indivíduos sociais.” (CRESS 7ª REGIÃO, 1993)


“as necessidades do homem como membro da sociedade não se tornaram necessidades interiores no verdadeiro indivíduo, mas permaneceram externas a ele, como necessidades da sociedade (...) se fossem ‘necessidades interiores' do homem, então não haveria necessidade de impô-las externamente.” (MÉSZÁROS, apud BARROCO, 2003, p. 59)


A alienação exprime-se (...) em modo tal que quanto mais o operário produz tanto menos tem para consumir, em que quanto mais valores ele cria tanto mais desvalorizado e indigno se torna, em que quanto mais formado o seu produto mais deformando o operário, em que quanto mais civilizado o seu objeto tanto mais bárbaro o operário, que quanto mais poderoso o trabalho tanto mais impotente o operário, em que quanto mais sem espírito o trabalho tanto mais sem espírito e servo da natureza se torna o operário.” (MARX, 1993, p.64)

Marx (1978, p. XXIII)  “os homens fazem sua própria historia, mas não a fazem como querem; não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado”.


A superação positiva da propriedade privada como apropriação da vida humana é por isso a superação positiva de toda a alienação, isto é, o retorno do homem da religião, da família, do Estado, etc., ao seu modo de existência humano, isto é, social.” (MARX, 1978, p. 9)


“Só quando o trabalho for efetiva e completamente dominado pela humanidade e, portanto, só quando ele tiver em si a possibilidade de ser” não apenas meio de vida “, mas o” primeiro carecimento da vida”, só quando a humanidade tiver superado qualquer caráter coercitivo em sua própria autoprodução, só então terá sido aberto o caminho social da atividade humana como fim autônomo.” (LUKÁCS, 1997, p. 40).




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