A escola como espaço de socialização

“A escola de décadas atrás serviu aos interesses das classes dominantes da sociedade e para isso estabeleceu os seus objetivos, conteúdos, métodos e sistema de organização de ensino. Aos filhos dos ricos fornecia educação geral e formação intelectual, aos pobres, o ensino profissional visando o trabalho manual. A escola pela qual devemos lutar hoje visa o desenvolvimento científico e cultural do povo, preparando as crianças e jovens para a vida, para o trabalho e a cidadania, através da educação geral, intelectual e profissional” (LIBÂNIO; 1994/44).


“Ora, o homem não nasce moral, torna-se moral. Nesse sentido, a educação desempenha papel importante na formação moral do homem, o que não é feito em separado, por meio de “aulas de moral”, mas pelo processo mesmo de educação” (ARANHA; 1989/64).


A educação é um conceito genérico, mais amplo, que supõe o processo de desenvolvimento integral do homem, quer seja da sua capacidade física, intelectual e moral, visando não só a formação de habilidades, mas também do caráter e personalidade social (ARANHA; 1989/49).


A escola como espaço de socialização [...] espaço estratégico para o desenvolvimento de uma política cultural voltada ao exercício da cidadania, do resgate e afirmação dos valores morais e éticos e, essencialmente, da prática da inclusão. (SARAIVA, 2006, p. 55)

“O homem faz cultura por meio de seu trabalho, com o tal transforma a natureza e a si mesmo, e que o aperfeiçoamento dessas atividades só é possível mediante a educação, fator importantíssimo para a humanização e socialização do homem” (ARANHA; 1989/49).



a escola tem por principal tarefa na nossa sociedade a democratização dos conhecimentos, garantindo uma cultua de base para todas as crianças e jovens” (LIBÂNIO; 1994/ 127).


Segundo Dermeval Saviavi  a função da escola: “é difundir a instrução, transmitir os conhecimentos acumulados pela humanidade e sistematizados logicamente” (SAVIANI; 1986/10)


“O mundo cultural é um sistema de significados já estabelecidos por outros, de tal modo que aprendemos desde cedo como nos comportar à mesa, na rua, diante de estranhos; como, quando e quanto falar em determinadas circunstâncias; como andar, correr brincar; como cobrir o corpo e quando desnudá-lo; qual o padrão de beleza; que direitos e deveres temos. Conforme atendemos ou transgredimos certos padrões, nossos comportamentos são avaliados como bons ou maus” (ARANHA, 1989/62).

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