O TRABALHO NA SOCIEDADE

Marx (1984, p. 399) “o período manufatureiro estabelece conscientemente como princípio a diminuição do tempo de trabalho necessário para a produção de mercadorias”.  


Marx (1984, p. 412‐413), “o próprio individuo é mutilado e transformado no aparelho automático de um trabalho parcial”


 instrumental de trabalho, ao converter‐se em maquinaria, exige a substituição da fôrça humana por fôrças naturais e da rotina empírica pela aplicação da ciência. Na manufatura, a organização do processo de trabalho social é puramente subjetiva, uma combinação de trabalhadores parciais. No sistema de máquinas, tem a indústria moderna o organismo de produção inteiramente objetivo que o trabalhador encontra pronto e acabado como condição material da produção. (MARX, 1984, p.439‐440).  


“O mundo capitalista estava sendo afogado pelo excesso de fundos; e, com as poucas áreas produtivas reduzidas para investimento, esse excesso significava uma forte inflação” (HARVEY, 2003, p. 136).


Kawamura (1990, p. 44), “o conteúdo tecnicista da educação influi na reorientação da formação do professor, cuja prática profissional torna‐se eminentemente técnica”.


“o período de 1965 a 1975 tornou cada vez mais evidente a incapacidade do fordismo e do keynesianismo de conter as contradições inerentes ao capitalismo. Na superfície, essas dificuldades podem ser melhor apreendidas por uma palavra: rigidez” (HARVEY, 2003, p. 135).


Marx (1984, p. 400) “O mecanismo específico do período manufatureiro é o trabalhador coletivo, constituído de muitos trabalhadores parciais”. 

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