gestão de empresas

A superioridade competitiva de uma empresa está em sua maior ou menor habilidade em estruturar sua cadeia de valores, estabelecer um posicionamento estratégico condizente com a realidade de seus negócios e gerenciar de forma eficaz os fatores que direcionam os custos. Isso porque  a globalização, caracterizada pelo mercado dinâmico e turbulento e pelo avanço tecnológico, proporcionou um ambiente de constantes mudanças, forçando as empresas a um grau maior de flexibilidade para garantir a sobrevivência nesse contexto de alta competitividade. (WERNKE, 2008, p. 64).  




“[...] são aqueles que variam em decorrência do volume da produção. Assim, quanto mais produtos forem fabricados em um período, maiores são os custos variáveis.” (RIBEIRO, 2014, p. 28).


 Bruni e Fama “[...] são custos que, em determinado período de tempo e em certa capacidade instalada, não variam, qualquer que seja o volume de atividade da empresa. Existem mesmo que não haja produção.” (BRUNI; FAMA, 2012, p. 12).


Um dos instrumentos da área de custos que podem ser utilizados nas decisões gerenciais [...]. Tal expressão abrange os conceitos de margem de contribuição, ponto de equilíbrio e margem de segurança, cujo conhecimento é de fundamental importância para gestores de custos em virtude do número de benefícios informativos que proporcionam. As análises de custo/volume/lucro são modelos que visam demonstrar de forma gráfica ou matemática, as inter-relações existentes entre as vendas, de custos (fixos e variáveis), o nível de atividade desenvolvido e o lucro alcançado ou desejado. Seu estudo proporcionará respostas e questões relacionadas ao que acontecerá com o lucro da empresa se ocorrer: a) aumento ou diminuição do custo (variável ou fixo); B) diminuição ou aumento do volume de vendas; e c) redução ou majoração dos preços de venda. (WERNKE, 2008, p. 41).


 A análise custo-volume-lucro está intimamente relacionada com os conceitos de contribuição unitária, ou contribuição marginal, e razão de contribuição, ou índice de margem de contribuição. A margem de contribuição é o montante da receita diminuído dos custos variáveis. A margem de contribuição unitária, analogamente é o preço de venda menos os custos variáveis unitários do produto. A margem de contribuição unitária representa a parcela do preço de venda que resta para a cobertura dos custos e despesas fixos e para a geração do lucro, por outro produto vendido. (BORNIA, 2010, p. 55)


Para uma eficiente gestão de custos, é necessária a compreensão dos conceitos básicos relacionados ao tema. As várias interpretações encontradas na literatura contábil podem conduzir a diferentes entendimentos dos fatores que sejam classificáveis como gastos, investimentos, despesas, perdas, desperdícios e custos. (WERNKE, 2008, p. 11).


[...] um índice aplicado sobre o custo de um bem ou serviço para a formação do preço de venda. Tem por finalidade cobrir os fatores, como tributação sobre vendas (ICMS, IPI, PIS, COFINS ou SIMPLES), percentuais incidentes sobre o preço de venda (comissões sobre vendas, franquias, comissão da administradora do cartão de crédito etc.), despesas administrativas fixas, despesas de vendas fixas, custos indiretos de fabricação e margem de lucro. (WERNKE, 2008, p. 130).

 “[...] é necessário um cálculo em cima dos custos, tendo em vista que, através dele, podemos pelo menos ter um parâmetro inicial ou padrão de referência para análises comparativas.” (PADOVEZE, 2010, p. 426).


A classificação dos custos considerando sua relação com o volume de produção divide-os em custos fixos e variáveis. Custos fixos são aqueles que independem do nível de atividade da empresa no curto prazo, ou seja, não variam com alterações no volume de produção, como o salário do gerente, por exemplo. Os custos variáveis, ao contrário, estão intimamente relacionados a produção, isso é, crescem com o aumento do nível de atividade da empresa, tais como os custos de matéria-prima. (BORNIA, 2010, p. 19).






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