Bíblia e homossexualismo

 Levítico 18:22 Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é


Deuteronômio 22:5 Não haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao SENHOR teu Deus.


1 Coríntios 6:10 Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores  herdarão o reino de Deus.


Gênesis 1:27 E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.




"Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas . . . herdarão o reino de Deus" (1 Coríntios 6:9-10).


...] os romanos trocaram a verdade de Deus pela mentira, adoraram e serviram à criatura em lugar do Criador, que é bendito eternamente. Por isso, Deus os entregou a paixões degradantes: as suas mulheres mudaram as relações naturais por relações contra a natureza; os homens, igualmente, abandonando as relações naturais com a mulher, inflamaram-se de desejos uns pelos outros, cometendo a infâmia de homem com homem e recebendo o justo salário de seu desregramento (EPÍSTOLA AOS ROMANOS, 1:26-27 apud AIRES, 2011).


: “Se um homem coabitar sexualmente com um varão, cometerão ambos um ato abominável; serão os dois punidos com a morte; o seu sangue cairá sobre ele” (LEVÍTICO, 20:13-14 apud AIRES, 2011). 


 “dentre as criaturas, achais de vos acercar dos varões, deixando de lado o que vosso Senhor criou para vós, para serem vossas esposas? Em verdade, sois um povo depravado!” (ALCORÃO, “Os Poetas” - 26a. sura, p. 165-166 apud AIRES, 2011)


“o momento da concepção marca o início da existência de uma pessoa humana” (RIBEIRO, 2007, p. 4).


o Gênesis (9:3-4) : “Todo animal movente que está vivo pode servir-vos de alimento. Como no caso da vegetação verde, deveras vos dou tudo. Somente a carne com sua alma − seu sangue − não deveis comer”.

 Levítico (17:10) : Quanto qualquer homem da casa de Israel ou algum residente forasteiro que reside no vosso meio, que comer qualquer espécie de sangue, eu certamente porei minha face contra a alma que comer o sangue, e deveras o deceparei dentre seu povo (BÍBLIA, 1985).


o exercício do direito da liberdade, de concepção religiosa, não pode extremar-se ao ponto de preterir a vida frente a um preceito religioso [...]. Tal afirmação não significa, porém, que ao paciente deve sempre ser negado o direito de recusar a transfusão de sangue. Sua concepção religiosa tem que ser ao máximo levada em consideração e respeitada. Tendo o profissional condições de realizar tratamento sem a necessidade de se recorrer à transfusão sangüínea, assim deverá proceder. Contudo, ao deparar-se com a necessidade de transfusão de sangue para a preservação da vida do paciente, mesmo contra a vontade deste, deve sim praticá- la. Os médicos e as instituições que prestam serviços médicos têm o dever legal de sempre preservar e salvar vidas, conforme prescreve o Código de Ética Médica (BARROS; FRASÃO, 2009, p. 2-3).


no seio das famílias protestantes, os filhos eram criados para o ensino especializado e para o trabalho fabril, optando sempre por atividades mais adequadas à obtenção do lucro, preferindo o cálculo e os estudos técnicos ao estudo humanístico (CASTILHO, 2000, p. 66).





 Prado Júnior (1990, p. 37) : “a religião, como religião e crença no sobrenatural, não tem mais papel efetivo algum no mundo de hoje, e nisso tanto o mundo socialista como o capitalista se equivalem”.


Castro (2003, p. 28), [...] o leigo e o divino interagem de tal modo que pecado e crime se confundem, o direito é imutável, somente Deus pode modificá-lo. Os rabinos (chefes religiosos) podem até interpretá- lo para adaptá-lo à evolução social, entretanto nunca podem modificá-lo.

Os modos de ser do catolicismo brasileiro, o seu estilo de religiosidade, a sua organização eclesial, as suas conexões com as instituições e com a sociedade, as suas projeções sobre a vida política e o Estado, são determinados a partir da maneira como a religião católica é introduzida na Bahia já em 1500. Realmente, sob o bispado e arcebispado da Bahia, instauraram-se no Brasil diversas experiências de relacionamento e associação da Igreja com o ‘braço secular’, de métodos de catequese, de tipos de religiosidade que serão decisivos para o porvir do catolicismo brasileiro (AZEVEDO, 1978, p. 17).


[...] as irmandades, e de modo especial as Misericórdias, encarregavam-se dos encargos assistenciais e espirituais. [...] Em síntese, as irmandades funcionaram como agentes de solidariedade grupal, congregando, simultaneamente, anseios comuns frente à religião e perplexidades frente à realidade social (BOSCHI, 1983, p. 13-14).

 Radbruch (1947, p. 41) “na concepção católica, o Direito não integra a ordem da graça, mas da criação, e, por isso, está, como tudo o que foi criado, sujeito a lei de Deus”.

 “para a maioria dos doutrinadores do Direito brasileiro esta lei presente na Bíblia não pode ser considerada como conteúdo exclusivamente de matéria jurídica, pois contém preceitos morais e religiosos” (GUSMÃO, 1972, p. 234).


promulgado na efervescência das discussões sobre o reconhecimento jurídico das uniões homoafetivas, o Código Civil de 2002 foi lingüística e juridicamente, muito mais enfático na heterossexualidade que o seu predecessor, o Código Civil de 1916 (SANTOS, 2010).

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