Tempos históricos e avanços tecnológicos

 Martins (2005, p. 306), prevê os seguintes conhecimentos: “em metodologia de pesquisa em História da Ciência, em epistemologia, um conhecimento dos conceitos da ciência com a qual se está lidando, além de um conhecimento histórico do período que está sendo estudado”. 


“o passado é, por definição, um dado que nada mais modificará. Mas o conhecimento do passado é uma coisa em progresso, que incessantemente se transforma e aperfeiçoa” (BLOCH, 2001, p. 75)



[...] por trás da aparente complexidade da natureza existe uma realidade subjacente mais simples. Em sua versão moderna, essa “Teoria de Tudo” uniria, em uma única estrutura, as leis da física que regem desde o comportamento dos átomos e das partículas subatômicas ao das galáxias e do universo como um todo. Mas, apesar dos corajosos esforços de muitas mentes brilhantes, a Teoria de Tudo permanece evasiva. O universo não é elegante. É um glorioso caos criativo (GLEISER, 2010, p. 1). 



“A percepção e a inteligibilidade são graus sucessivos de abstração através dos quais nos damos conta da realidade” (EPSTEIN, 1986, p. 10-11).


 Engenheiros, fisiólogos e matemáticos estavam todos representados. O Dr. McCulloch e o Dr. Lorente de Nó, do Instituto Rockefeller, representaram os fisiólogos. [...] O Dr. Goldstine estava entre um grupo de vários projetistas de máquinas computadoras, [...] o Dr. Von Neumann, o Sr. Pitts e eu éramos os matemáticos. Os fisiólogos fizeram uma apresentação conjunta dos problemas de cibernética do ponto de vista deles; similarmente, os projetistas de máquinas de calcular expuseram seus métodos e objetivos. Ao fim do conclave, todos estavam convictos de que havia uma base substancial comum de ideias entre os pesquisadores de diferentes domínios, de que as pessoas em cada grupo já podiam empregar noções que haviam sido mais bem desenvolvidas pelos outros, e de que era preciso algum esforço a fim de chegar a um vocabulário comum (WIENER, 1961, p. 40).

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