(PESSOTTI, 1984, p. 24)

Já não se pode,  justificadamente, delegar  à divindade o cuidado de suas  criaturas  deficitárias,  nem se pode,  em nome da fé e da moral, levá-las  à fogueira  ou às  gales. Não há mais lugar  para a irresponsabilidade social e política,  diante da deficiência  mental, mas  ao mesmo tempo, não há vantagens para o poder público, para o comodismo da família, em assumir a tarefa ingrata  e dispendiosa em educá-­lo. A opção intermediária é a segregação; não se pune, nem se abandona, mas também não se sobrecarrega o governo e a família com sua incômoda presença. (PESSOTTI, 1984, p.  24) 

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