“O processo é uma contínua espiral” (Dewey, 1971, p. 86, 82).


Dewey

“reintegrar na experiência o assunto-matéria dos estudos ou ramos do saber. Tem de ser restituído à experiência de onde foi abstraído. Precisa de ser psicologizado; transferido, traduzido para a vivência imediata e individual em que teve a sua origem e importância” (Dewey, 2002, p. 171).


É possível, sem se forçarem os fatos, estabelecer três estágios perfeitamente típicos do desenvolvimento da matéria a aprender, na experiência do educando. Em seu primeiro estado, o saber é uma habilidade inteligente – a de poder fazer as coisas. Esta espécie de saber revela-se pelo manuseio e familiaridade da criança com as coisas. Em seguida, este saber gradualmente se avoluma e aprofunda por meio dos conhecimentos ou informações comunicados. Afinal, amplia-se e transforma-se em matéria coordenada lógica ou racionalmente – de uma pessoa relativa já competente e especializada na referida matéria (Dewey, 1979, p. 203). 



“nenhuma experiência será educativa se não tender a levar – simultaneamente – ao conhecimento de mais fatos, a entreter mais idéias e o melhor e mais organizado arranjo desses fatos e idéias.” (Dewey, 1971, p. 86).


A matéria tem fim em si mesma. Para o aluno, representa as “possibilidades” da matéria “formulada, cristalizada e sistematizada do adulto, isto é, do modo que se encontra em livros, em obras de arte etc.” (Dewey, 1979, p. 201).



matérias e assuntos: a forma como esse assunto se tornou parte da experiência; o que existe no presente da criança que lhe é útil; como esses elementos devem ser usados; como pode o seu próprio conhecimento do assunto-matéria auxiliar a interpretar as necessidades e os atos da criança e a determinar o meio em que a criança deve ser colocada para que o seu crescimento possa ser oportunamente dirigido. Está interessado, não como o assunto-matéria em si, mas com o assunto-matéria como um fator relacionado, numa experiência total e em crescimento. (Dewey, 2002, p. 171-172; Cf. 1971, p. 77-78).

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