a autonomia das línguas de sinais

 “[...] respeita(r) a autonomia das línguas de sinais e estrutura(r) um plano educacional que não afete a experiência psicossocial e linguística da criança surda” (QUADROS, 2008a, p. 27). Nessa perspectiva, 


Quadros (2008b, p.32)  “(O)s surdos estão se afirmando como grupo social com base nas relações de diferença. Como diferentes daqueles que se consideram iguais, ou seja, os ouvintes, os surdos buscam estratégias de resistência e de auto-afirmação.” 

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