(Yunes,1997 )

trazem uma noção de mundo mais relacionada ao ver e ao fazer […] Ao escolher o caminho da escola, a interrogação passa a acompanhar o ver desse aluno, deixando-o preparado para olhar. […] por um lado, um olhar receptivo, sensível, e, por outro, é um olhar ativo: olhar curioso, explorador, olhar que investiga, olhar que pensa. (COSTA, 2006, p. 5)



As bagagens de memória pessoal e social, rastreadas, se multiplicam na partilha, apuram detalhes na narração, ganham foco caleidoscópico na associação e nem assim esgotam o acervo com que o sujeito lida, pois museus, bibliotecas, cinematecas, prédios, academias, universidades, cidades, imagens e normas muitas vezes são formas de memórias institucionalizadas, cuja rememoração está sob controle social rígido. Estas memórias se tornam muitas vezes sagradas e alienam-se do cotidiano dos sujeitos, embora mantenham seu valor intrínseco (Yunes,1997 )

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