A afetividade

“A afetividade, nesta perspectiva, não é apenas uma das dimensões da pessoa: ela é também uma fase do desenvolvimento, a mais arcaica. O ser humano foi, logo que saiu da vida orgânica, um ser afetivo. Da afetividade diferenciou-se, lentamente, a vida racional. Portanto, no início da vida, a afetividade e inteligência estão sincreticamente misturadas, com o predomínio da primeira”. (DANTAS, 1992: P. 90)

“A afetividade se faz presente por meio das manifestações fisiológicas da emoção constituindo o ponto de partida do psiquismo. É por isso que o bebê, neste longo período de dependência do outro, mobiliza o meio para ser entendido, em suas necessidades de sobrevivência, caso contrário, morreria. O choro é um exemplo de como uma função biológica que é contagiante e epidérmica, mobiliza o outro, constituindo-se numa das características da expressão emocional”. (MARQUEZANO, 2008, P. 30)

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