Câmara aprova volta de eleições para diretores de escolas em Maringá

Câmara de Maringá aprova projeto de lei que prevê retoamda de eleições para direitores de escolas municipais (Foto: Câmara Municipal de Maringá/Divulgação)
Câmara aprova volta de eleições para diretores de escolas em Maringá
Projeto de lei foi aprovado em primeira discussão nesta terça-feira (10). Votação para o cargo deve mobilizar até 43 mil eleitores na cidade.

A Câmara de Vereadores de Maringá, no norte do Paraná, aprovou nesta terça-feira (10), em primeira discussão, o projeto de lei que prevê a retomada de eleições para a escolha de diretores de escolas municipais.
A proposta, enviada à Câmara pelo Executivo, é tratada com agilidade. Foram convocadas sessões extraordinárias para as 18h30 desta terça, quando será feita a segunda votação, e para as 18h30 desta quarta-feira (11), para votação da redação final do projeto.
De acordo com o presidente da Câmara Mário Hossokawa (PP), o prefeito Ulisses Maia (PDT) deve sancionar a lei ainda no plenário, logo após a votação.

Eleições

Em caso de sanção, as 114 escolas e creches municipais de Maringá deverão realizar eleições na primeira quinzena de dezembro, conforme previsão da Secretaria Municipal de Educação (Seduc). O processo eleitoral, que não ocorre há 12 anos, deverá mobilizar até 43 mil eleitores - 80% deles, pais de alunos.
A Secretaria não tem uma estimativa de gastos com as eleições. "Vai dar um gasto, mas, na verdade, como a gente está recebendo apoio do TRE [Tribunal Regional Eleitoral], vamos gastar mais com lanches", estima a secretária de Educação, Valkiria Trindade de Almeida Santos.
As eleições serão por meio de cédulas de papel. A Seduc chegou a consultar o TRE para utilizar urnas eletrônicas, mas a proposta não foi aprovada por limitação técnica. Seriam 114 urnas eletrônicas, uma para cada estabelecimento de ensino, com informações diferentes - cada escola tem candidatos e eleitorado próprios. As urnas para os votos, feitas de papelão, serão cedidas pelo TRE.
Funcionários de escolas e creches, pais e alunos votarão apenas para a eleição de um diretor. Não há vice para o cargo. O mandato será de dois anos, podendo haver uma reeleição.
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