a criança na sociedade

Durante a idade Média a criança não era percebida como um ser singular, com uma Psicologia própria, mas como um adulto em miniatura. Nas camadas superiores das sociedades do século XVI e XVII surgiu uma nova concepção de infância. A criança passou a ser percebida quase como um animal de estimação, um ser ingênuo, gentil e gracioso, que era paparicado, tornando-se um objeto de distração e relaxamento para os adultos (ALVES, J. 2001: p.3).