(MORTATTI, 2007b, p. 10).

[...] tendem a ser moldados indeléveis “comportamentos leitores” extra- -escolares e pós-escolares, resultantes da promoção e rotinização de [...] práticas burocratizadas e banalizadas de leitura do texto [literário]. Por isso é nesse espaço institucional que mais se podem (de)formar leitores, adaptando-os àquelas necessidades pragmáticas da leitura e achatando seus horizontes de expectativas, por meio da repetição cotidiana de incessantes exercícios de “mesmidade”, por exemplo, de modos de ler apenas “camadas mais aparentes” de um escrito, de tipos e gêneros textuais considerados “do cotidiano” (MORTATTI, 2007b, p. 10).