(Paulo Freire. A pedagogia da esperança, 1992, p.6)

Nas situações-limite, mais além das quais se encontra o inédito-viável, às vezes perceptível, às vezes não, se encontram razões de ser de ambas posições, a esperançosa e a não esperançosa. Uma das tarefas do educador ou educadora progressista…é desvelar as possibilidades, não importam os obstáculos, para a esperança… (Paulo Freire. A pedagogia da esperança, 1992, p.6) 


Na história, temos visto com frequência, infelizmente, que o possível se torna impossível e podemos pressentir que as mais ricas possibilidades humanas permanecem ainda impossíveis de se realizar. Mas vimos também que o inesperado torna-se possível e se realiza; vimos com frequência que o improvável se realiza mais que o provável; saibamos, então, esperar o inesperado e trabalhar pelo improvável. (Edgar Morin. Os setes saberes necessários à educação do futuro, 2000, p. 92)