(Casaldáliga, 2011, p.1)

(…) afirmamos que não estamos no melhor dos mundos possíveis, que esta atual situação do mundo não é inevitável, e que “outro mundo é possível”. No entanto, o outro mundo possível não cairá do céu, nem surgirá de manhã num dia qualquer... Como virá? Quem o construirá? O que fará com que ele vá surgindo? A primeira coisa que terá de ser feita para construir o novo mundo será sonhá-lo. O novo não virá, a menos que muitos e muitas o sonhem utopicamente, esforcem-se para configurá-lo como sonho e projeto, como esperança. (Casaldáliga, 2011, p.1)