processo de ensino-aprendizagem

“… quebrar resistências, remover barreiras físicas e atitudinais, enfrentar conflitos e contradições, rever estratégias de aprendizagem com ênfase na construção coletiva” (Sá, 2001, p.57). 

  “introjetar a idéia que se aprende com as diferenças e no encontro com as singularidades” (Milmann, 2001, p. 108).

“Um luto, de modo geral, é a reação à perda de ente querido, à perda de alguma abstração que ocupou o lugar de um ente querido, como um país, a liberdade ou o ideal de alguém” (Freud, 1917, p. 275).


“patologização do processo de ensino-aprendizagem”: “...ao se privilegiar na educação, a existência de um modelo prévio de ensino fundado na normalidade (...) privilegiou-se um olhar médico a respeito dos alunos, em vez de se enfatizar um olhar pedagógico”(Mrech, 1999).


Kaufmann (1996, p.77): “… entrar a fundo em uma história de vida não é possível sem emoção, sem intensidade, sem vibração...”


Minayo (1994) “trabalha com o universo de significados, motivos, aspirações, crenças, valores e atitudes, o que corresponde a um espaço mais profundo das relações, dos processos e dos fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis” (p.22)


“… caracterizar os aspectos tipicamente humanos do comportamento e elaborar hipóteses de como essas características se formaram ao longo da história humana e de como se desenvolvem durante a vida de um indivíduo”. (Vygotsky, 1998, p.25) 


Processo pelo qual a sociedade e o portador de deficiência procuram adaptarse mutuamente, tendo em vista a equiparação de oportunidade e, conseqüentemente, uma sociedade para todos (…) A inclusão significa que a sociedade deve adaptar-se às necessidades da pessoa com deficiência para que esta possa desenvolver-se em todos sos aspectos de sua vida (Sassaki, 1997, p.167)


“… a homogeneidade é ilusória e que as crianças devem ser demandadas a partir do estágio em que se encontram, sem que se funde o mito de que todos são iguais.” (Meira, 2001, p.50).


 Mazzotta (2001, p.19): Numa sociedade onde a crescente falta de respeito a si e ao outro se exterioriza em discriminação negativa, competição, corrupção, marginalização e exclusão; onde a solidariedade, tolerância, aceitação e cooperação têm sido atitudes raras, em suas variadas instâncias, e a ética tem sido algo cada vez mais distante e desconhecida nas relações humanas, por certo muito se espera da escola.


“Trata-se de um processo sutil e dialético, que envolve o homem por inteiro e suas relações com os outros.” (Sawaia, 2002, p.9 ).


 … em nome de princípios democráticos que pregam educação para todos, o que se observa hoje na rede de ensino são inúmeros profissionais transtornados pela falta de preparo ante uma tarefa que lhes parece hercúlea, e também mergulhados em dúvidas, ansiedades e incertezas sobre como viabilizar a concretização de tal proposta (Bastos, 2005, p. 135).