CITAÇÕES SOBRE INCLUSÃO

 Osório (1999, p. 12), “sua meta é a de garantir a democratização da educação, independentemente das particularidades dos alunos”.

“os programas de estudos devem ser adaptados às necessidades da criança e não o contrário. As escolas deverão, por conseguinte, oferecer opções curriculares que se adaptem às crianças com capacidade e interesses diferentes” (Declaração de Salamanca, 1994, p.33).



Ross (2000, p. 48): Essa argumentação visa resgatar a suposta autonomia individual que teria sido perdida com processos intervencionistas por parte do estado. Só seria o indivíduo quando fossem recuperadas as condições para sua autonomia. A redução do aparato público de atendimento na área da educação especial possibilitaria às pessoas com necessidades especiais a oportunidade de exercerem seu empoderamento, estabelecerem escolhas nos diversos processos sociais dos quais possam vir a participar. 


 Ferreira (1993, p.25), “no Brasil, a entrada da psicologia no ambiente escolar acompanhou, também, as exigências do modelo econômico e do processo de ampliação da escola pública”. 


Moll (1996, p. 21), “o desenvolvimento urbano-industrial, próprio do avanço das relações capitalistas de produção, vai encontrar no analfabetismo um entrave à necessidade emergente de cidadãos que dominem a língua escrita para maior ‘integração social’ e ‘inserção profissional’ ”. 


Bueno (1994, p. 24): Todo processo de ampliação da Educação especial quer em relação à quantidade de crianças por ela absorvidas, quer na diversificação das formas de atendimento e do tipo de clientela[...], reflete a ampliação de oportunidades educacionais para crianças que, por características próprias, apresentam dificuldades para se inserirem em processos escolares historicamente construídos... 


 Pessotti (1984, p.187), “freqüentemente na história dos povos, o medo do desconhecido tem gerado ansiedades cuja amenização é buscada na eliminação das fontes de incerteza (...). Os demônios eram expulsos com os açoites ou a fogueira. Agora que o perigo está no próprio deficiente é ele que se deve expulsar”.


  Fonseca (1995, p. 8) afirma que: “neste período, são de destacar, pelo seu interesse global, os trabalhos de Esquirol, Séguin, Itard, Wundt, Ireland, Ducan e Millard, Morel, Lombroso, Down, Galton, Tuke, Rusch, Dix e outros ...”


Declaração de Salamanca (1994, p. 18),  “a expressão necessidades educativas especiais referindo-se a todas as crianças e jovens cujas necessidades decorrem de sua capacidade ou de suas dificuldades de aprendizagem”



Stainback (1999, p.178), significa “o processo de criar um todo, de juntar todas as crianças e fazer com que todas aprendam juntas”.