Citações prova Professor de Educação Básica II (Biologia)



“A hepatite B pode ser prevenida por vacinas. Temos a faixa etária de até 19 anos, preferencial para o uso da vacina, mas para a qual a vacinação ainda é muito baixa, principalmente a partir dos 11 anos de idade”, afirmou Mariângela, revelando que o ministério estuda as medidas para ampliar a faixa etária e melhorar a cobertura entre a faixa etária de 11 a 19 anos. As principais formas de infecção são muito similares às da transmissão do vírus da Aids, ou seja, pode ocorrer pela relação sexual sem o uso de preservativo, pelo compartilhamento de objetos contaminados (lâminas de barbear, escovas de dente, alicates de unha, materiais para a colocação de piercing e para tatuagens) entre outros equipamentos e objetos, como por usuários de drogas injetáveis. A vacina é uma das principais medidas de prevenção e, segundo o ministério, após tomar as três doses, mais de 90% dos adultos jovens e 95% das crianças e adolescentes ficam imunizados contra a hepatite B. (Folha de S.Paulo 27.10.2009


Bípedes ainda nas árvores

Ancestrais dos primeiros hominídeos podem ter começado a andar sobre duas pernas mais cedo do que se acreditava

Antepassados dos primeiros hominídeos podem ter começado a andar sobre duas pernas mais cedo do que se pensava, dizem cientistas britânicos. A razão da adoção precoce do bipedalismo seria de ordem pra lá de prática: a busca por alimento em galhos de tamanho mediano nas árvores. Para chegar a essa conclusão, a equipe de Susannah Thorpe, da Universidade de Birmingham (Reino Unido), passou um ano observando orangotangos selvagens na ilha de Sumatra, na Indonésia. Os pesquisadores acreditam que esses animais são bons modelos para estudar como era o modo de vida de nossos ancestrais, pois seu comportamento atual deve ser semelhante ao dos primatas mais antigos: os orangotangos passam praticamente toda a vida sobre as árvores e se alimentam de frutos. Após registrar cada movimento feito pelos orangotangos, os pesquisadores britânicos formularam a hipótese de que andar sobre duas pernas ajudaria nossos ancestrais a se locomover pelos galhos menores das árvores e a obter alimento. Analisando os gestos dos orangotangos, eles notaram que, nessa situação, os animais andam sobre duas pernas e usam os braços para se equilibrar. Em galhos médios, os primatas usam os braços para apoiar parcialmente seu peso e somente nos galhos maiores andam como quadrúpedes. O bipedalismo é comumente considerado um traço que distingue os hominídeos de outros primatas primitivos. Além de mostrar que essa distinção não é tão clara, o estudo pode ser importante para a preservação dos orangotangos, que correm risco de extinção por causa da destruição de seu habitat. Até agora, a teoria mais aceita sobre a origem do bipedalismo sugere que, após trocar as árvores pela savana, os ancestrais dos humanos, dos chimpanzés e dos gorilas começaram a andar sobre os quatro membros no chão. Aos poucos, teriam passado a usar os membros superiores apenas como apoio – como fazem hoje os gorilas e chimpanzés – e finalmente tornaram-se bípedes. (Scientific American Brasil)



Darwin nada sabia sobre a origem dos caracteres variáveis em si. Ele não conseguia dizer de onde vinham as mudanças existentes nos seres vivos. Além disso, não explicou como os novos caracteres se disseminavam pelas gerações seguintes.” (Scientific American Brasil, fevereiro de 2009)

(...) Há casas em que o bacalhau (Gadus morhua) não pode faltar na mesa de Natal. Ele faltará, talvez, já nos próximos 20 anos. Mesmo que todos parem de comprá-lo e comê-lo hoje, em respeito a um peixe venerável, mesmo após 15 anos de proibição quase total de captura, não se veem sinais de recuperação de populações naquela que já foi a principal área de pesca do bacalhau. Navios pesqueiros de várias bandeiras arrasaram os estoques de bacalhau ao longo da costa atlântica canadense nos anos 1990, após meio século de coleta indiscriminada. Na realidade, são os bacalhaus adultos que estão morrendo. Ninguém sabe direito por quê. Pesquisadores canadenses suspeitam que seja culpa das focas, que estariam devorando mais bacalhau do que o recomendável. Afinal, nada as obriga a seguir regras e normas humanas. Administradores de estoques pesqueiros sempre presumiram que, uma vez suspensa a pesca em escala industrial, qualquer população marinha se recuperaria. Bacalhaus e focas parecem determinados a mostrar o quanto erramos como espécie. (Folha de S.Paulo, 21.12.2008. Adaptado)


(...) Há casas em que o bacalhau (Gadus morhua) não pode faltar na mesa de Natal. Ele faltará, talvez, já nos próximos 20 anos. Mesmo que todos parem de comprá-lo e comê-lo hoje, em respeito a um peixe venerável, mesmo após 15 anos de proibição quase total de captura, não se veem sinais de recuperação de populações naquela que já foi a principal área de pesca do bacalhau. Navios pesqueiros de várias bandeiras arrasaram os estoques de bacalhau ao longo da costa atlântica canadense nos anos 1990, após meio século de coleta indiscriminada. Na realidade, são os bacalhaus adultos que estão morrendo. Ninguém sabe direito por quê. Pesquisadores canadenses suspeitam que seja culpa das focas, que estariam devorando mais bacalhau do que o recomendável. Afinal, nada as obriga a seguir regras e normas humanas. Administradores de estoques pesqueiros sempre presumiram que, uma vez suspensa a pesca em escala industrial, qualquer população marinha se recuperaria. Bacalhaus e focas parecem determinados a mostrar o quanto erramos como espécie. (Folha de S.Paulo, 21.12.2008. Adaptado)


De acordo com a proposta curricular do Estado de São Paulo, um currículo que promove competências tem o compromisso de articular as disciplinas e as atividades escolares com aquilo que se espera que os alunos aprendam ao longo dos anos.

Cesar Coll, “(...) a ênfase quase exclusiva na interação professor-aluno corresponde, ao menos em parte, à ideia de que as relações que se estabelecem entre os alunos no decurso das atividades de aprendizagem têm uma influência secundária, quando não indesejável, sobre o rendimento escolar.”


 (...) Há casas em que o bacalhau (Gadus morhua) não pode faltar na mesa de Natal. Ele faltará, talvez, já nos próximos 20 anos. Mesmo que todos parem de comprá-lo e comê-lo hoje, em respeito a um peixe venerável, mesmo após 15 anos de proibição quase total de captura, não se veem sinais de recuperação de populações naquela que já foi a principal área de pesca do bacalhau. Navios pesqueiros de várias bandeiras arrasaram os estoques de bacalhau ao longo da costa atlântica canadense nos anos 1990, após meio século de coleta indiscriminada. Na realidade, são os bacalhaus adultos que estão morrendo. Ninguém sabe direito por quê. Pesquisadores canadenses suspeitam que seja culpa das focas, que estariam devorando mais bacalhau do que o recomendável. Afinal, nada as obriga a seguir regras e normas humanas. Administradores de estoques pesqueiros sempre presumiram que, uma vez suspensa a pesca em escala industrial, qualquer população marinha se recuperaria. Bacalhaus e focas parecem determinados a mostrar o quanto erramos como espécie. (Folha de S.Paulo, 21.12.2008. Adaptado)

“Cientistas preveem um aumento adicional de 50% na concentração de mercúrio no oceano Pacífico até 2050 se as taxas de emissão atmosférica continuarem nos mesmos níveis. As amostras de água retiradas pelo Serviço de Levantamento Geológico (USGS) mostram que os níveis de mercúrio, em 2006 eram, aproximadamente, 30% mais altos que os medidos em meados da década de 90.(...) De acordo com Elsie Sunderland, da Harvard University, coautora do estudo, nos Estados Unidos, cerca de 40% da contaminação por mercúrio decorre da pesca do atum no oceano Pacífico.(...) Como mulheres grá- vidas, que consomem esses peixes podem transmitir os efeitos da contaminação para seus filhos, a EPA e a FDA (Agência de Fármacos e Alimentos) elaboraram um guia de consumo de peixe para gestantes e mães que estão amamentando.” (Scientific American Brasil, http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/peixes_ contaminados_por_poluicao) (www.scientificamericabrasil.com.br)

“O resíduo líquido do sisal produzido na Bahia, no processo de extração de fibras, poderá ser utilizado para a produção de uma substância que atuaria no combate a pragas da agricultura. A iniciativa, apoiada pelo Fundo Comum de Commodities (CFC) da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), tem como objetivo aproveitar o resíduo que hoje é descartado no campo, estimado em 2 bilhões de litros anuais. A descoberta foi feita pela Embrapa e a substância pode auxiliar no combate a pragas do algodão.” (Pesquisa Fapesp, agosto de 2009)