Citações prova concurso - educação especial



“O Atendimento Educacional Especializado deve propiciar aos alunos com deficiência mental condições de passar de um tipo de ação automática e mecânica diante de uma situação de aprendizado/experiência – regulações automáticas, para um outro tipo, que lhe possibilite selecionar e optar pelos meios que julguem mais convenientes para agir intelectualmente – regulações ativas”. (GOMES e et al., 2007, p.22.)


Vygotsky (1995) afirma, em A Formação Social da Mente, que “um momento decisivo na evolução da linguagem escrita é quando a criança percebe que pode desenhar não apenas objetos, mas palavras.”

“Para a pessoa com deficiência mental, a acessibilidade não depende de suportes externos ao sujeito, mas tem a ver com a saída de uma posição passiva e automatizada diante da aprendizagem para o acesso e apropriação ativa do próprio saber.” (GOMES e et al., 2007, p.22.)


“A avaliação dos alunos com deficiência mental visa ao conhecimento de seus avanços no entendimento dos conteúdos curriculares durante o ano letivo de trabalho, seja ele organizado por série ou ciclos. O mesmo vale para os outros alunos da sua turma, para que não sejam feridos os princípios da inclusão escolar. A promoção automática, quando é exclusiva para alunos com deficiência mental, constitui uma diferenciação pela deficiência, o que caracteriza discriminação. Em ambos os casos, o que interessa para que um novo ano letivo se inicie é o quanto o aluno, com ou sem deficiência, aprendeu no ano anterior, pois nenhum conhecimento é aprendido sem base no que se conheceu antes.” (GOMES et al, 2007, p.19.)


“Talvez a barreira atitudinal mais comum seja a tendência de se supergeneralizar a respeito de como 'eles' são, se 'eles' podem ser auxiliados. Raramente as barreiras atitudinais são aberta e diretamente manifestadas. (...) O termo 'barreiras atitudinais' combina, de certa forma, os efeitos das atitudes desvalorizadas e o comportamento discriminatório.” (VASH, 1988, p.31Ͳ32)


“A diferença e a consequente criação da necessidade de educação para os portadores dessa diferença só podem ser entendidas como uma produção histórica de um determinado período. Em outras palavras, a diferença só será compreendida se inserida no amplo espectro do processo histórico de como os homens e as mulheres vieram atendendo a suas necessidades básicas e, por decorrência, como vieram construindo sua existência.” (BIANCHETTI, 2004, p.26)


“Independente de suas condições físicas e de saúde, de suas dificuldades e necessidades especiais, o aluno tem assegurado o seu direito à educação escolar. Para que ocorra o atendimento educacional adequado, fazͲse necessário que o professor – responsável pelo conhecimento e pelas intervenções pedagógicas – detenha um saber específico [...].” (ASSIS, 2010, p.76)


"A própria natureza da função de professor, como um profissional que atua nas relações humanas, aliada à sua tarefa de gestor da sala de aula, colocaͲo em uma situação de envolvimento pessoal nas relações que estabelece com seus alunos e seus pares." (FREITAS, S. N. "A formação de professores na educação inclusiva: construindo a base de todo o processo". In: RODRIGUES, D. (Org.). Inclusão e Educação: doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus, 2006, p.179.)


“A igualdade de oportunidades é perversa, quando garante o acesso, por exemplo, à escola comum de pessoas com alguma deficiência de nascimento ou de pessoas que não têm a mesma possibilidade. Mas não lhes assegura a permanência e o prosseguimento da escolaridade em todos os níveis de ensino.” (MANTOAN, 2006, p.20)


“Na abordagem tradicional, igualdade era sinônimo de uniformidade e uniformização. Numa abordagem de atenção à diversidade, igualdade significa respeito pelas diferenças e pelas necessidades individuais, ou seja, pretendeͲse o desenvolvimento ótimo das potencialidades de cada aluno através de percursos individualizados de aprendizagem e no respeito de ritmos e características próprias.” (RODRIGUES, 2003, p.14.)