cegueira congênita (BAROJA, 1989 apud GONÇALVES; NAVARRO, 2012, p.82).

cegueira congênita (BAROJA, 1989 apud GONÇALVES; NAVARRO, 2012, p.82).

Alguns anos mais tarde, no período entre a Primeira e a Segunda Guerra (1915 – 1940), Samuel Orton, neuropsiquiatria americano, defendia que a dificuldade de ler se devia a uma disfunção cerebral de origem congênita. Orton conheceu o caso de um menino que não conseguia ler e que apresentava sintomas semelhantes aos de vítima de traumatismo. Orton estudou as dificuldades de leitura e concluiu que havia uma síndrome não correlacionada ao traumatismo neurológico que provocava a dificuldade no aprendizado da leitura, ele chamou essa condição por strephosymolia (com significado de símbolos trocados) para descrever sua teoria a respeito de indivíduos com dislexia. Observou também que a dificuldade em leitura não estava correlacionada às dificuldades estritamente visuais, e que esta condição era causada por uma falha na lateralização do cérebro (GONÇALVES; NAVARRO, 2012, p.82).


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