A inclusão social (SASSAKI, 1997, p. 41).

 Sassaki (1997), havia aquele olhar: vamos fazer as coisas pelo deficiente, porque ele é incapaz e inferior, então vamos dar uma mãozinha, vamos fazer-lhe um favor, para ajudar, para ele fazer parte da sociedade (modelo médico) e hoje é preciso eliminar as barreiras físicas, programáticas e atitudinais, a fim de que as pessoas com deficiência possam ter acesso a serviços e bens necessários ao seu desenvolvimento pessoal, social, educacional e profissional (modelo social). (p.12). 

A inclusão social pode ser definida como: “o processo pelo qual a sociedade se adapta para poder incluir em seus sintomas sociais gerais, pessoas com necessidades especiais e, simultaneamente, estas se preparam para assumirem seus papéis na sociedade.” (SASSAKI, 1997, p. 41). 


Glat (2002) explica que o nascimento de um filho especial, com características distintivas do padrão culturalmente reconhecido como ´normal` é bem significativo para o grupo familiar, pois tanto a família e o indivíduo especial precisarão a cada dia enfrentar seus medos, suas frustrações e suas limitações, além de uma série de situações geralmente acompanhadas de sentimentos e emoções dolorosas de caráter afetivo, temporal ou econômico. Estas famílias acabam sendo engendradas na falta de oportunidades, nas atividades preconceituosas e nos rótulos aos quais tanto os indivíduos quanto os demais membros estão sujeitos nas suas relações extrafamiliares. (p.09).