A ESCOLA A INCLUSÃO E A SOCIALIZAÇÃO

A escola de décadas atrás serviu aos interesses das classes dominantes da sociedade e para isso estabeleceu os seus objetivos, conteúdos, métodos e sistema de organização de ensino. Aos filhos dos ricos fornecia educação geral e formação intelectual, aos pobres, o ensino profissional visando o trabalho manual. A escola pela qual devemos lutar hoje visa o desenvolvimento científico e cultural do povo, preparando as crianças e jovens para a vida, para o trabalho e a cidadania, através da educação geral, intelectual e profissional” (LIBÂNIO; 1994/44).


“O caráter pedagógico da prática educativa se verifica como ação consciente, intencional e planejada no processo de formação humana, através de objetivos e meios estabelecidos por critérios socialmente determinado e que indicam o tipo de homem a formar, para qual sociedade, com que propósito” (LIBÂNIO; 1994/24).



“A marginalidade é vista como um problema social e a educação, que dispõe de autonomia em relação à sociedade, estaria por esta razão capacitada a intervir eficazmente na sociedade, transformando-a, tornando-a melhor, corrigindo as injustiças; em suma, promovendo a equalização social” (SAVIANI; 1986/19).


“Estamos sendo educados a cada passo em casa, na igreja, no trabalho, no esporte, com os amigos, com o rádio, com a TV e etc. Dentre essas influências, vamos destacar e analisar a ação da família e dos meios de comunicação de massa” (ARANHA; 1989/75).



Segundo Saviani “a educação é como um processo que se caracteriza por uma atividade mediadora no seio da prática social global” (Apud Aranha; 1986/53)

“A violência simbólica se manifesta de múltiplas formas: a formação da opinião pública através dos meios de comunicação de massa, jornais e etc,; a pregação religiosa a atividade artística e literária;  a propaganda e a moda; a educação família etc.;” (SAVIANI; 1986/22).

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