O processo de Inclusão Social

Tomazini (1996): o portador de deficiência precisa na grande maioria das vezes, romper mitos: um mito social que o vê como alguém improdutivo e um mito familiar que o vê como um eterno bebê, dependente, necessitando sempre de cuidados especiais e estando sem condições de desenvolver um trabalho que represente realização ou satisfação do desejo. (p:10).


“O processo de Inclusão Social sugere uma adaptação da sociedade às necessidades desse grupo. Parte do paradigma do qual a deficiência não é responsabilidade exclusiva de seu portador, cabendo à sociedade e à família modificarem-se para propiciar uma inserção total de quaisquer indivíduos,
independentes de seus déficits ou necessidades.” (SASSAKI, 1997).


Telford (1978), “quando uma cultura atribui elevado valor a um determinado estado
ideal, há uma grande soma de reforço ao comportamento que esconde, minimiza ou nega
a existência de desvio real.”


 Sigmund Freud: “o homem só se realiza pelo amor ou pelo trabalho, não num processo de substituição, mas de complementação”

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