Aprendizagem e computadores

 Azevedo (1997, p.12):[...] defensores do Estado Mínimo, os neoliberais creditam ao mercado a capacidade de regulação do capital e do trabalho e consideram as políticas públicas as principais responsáveis pela crise que perpassa as sociedades [...] Os programas e as várias formas de proteção destinados aos trabalhadores, aos excluídos do mercado e aos pobres são vistos pelos neoliberais como fatores que tendem a tolher a livre iniciativa e a individualidade, acabando por desestimular a competitividade e infringir a própria ética do trabalho.

Litto (1997) "o momento exige que coloquemos como meta da educação o preparo do aluno para saber pensar ecológica, sistemática e criticamente"

Póvoa (2000): "o atual avanço e a disseminação das tecnologias de informação e comunicação vêm criando novas formas de convivência, novos textos, novas leituras, novas escritas e, sobretudo, novas maneiras de interagir no espaço cibernético".

Oliveira (2004, p. 214), "[...] a transmissão da cultura, a adaptação dos indivíduos à sociedade, o desenvolvimento de suas potencialidades e, como conseqüência, o desenvolvimento da personalidade e da própria sociedade."

Valente (1993, p. 8): "(...) o computador não é mais o instrumento que ensina o aprendiz, mas a ferramenta com a qual o aluno desenvolve algo, e, portanto, o aprendizado ocorre pelo fato de estar executando uma tarefa por intermédio do computador.

Assmann (1995): "se todas as demais condições necessárias melhorarem, mas os alunos não aprenderem mais e melhor, não há melhoria na qualidade da educação."

Piaget (apud DUARTE, 2000, p. 34) afirma que "o ideal da educação é não aprender ao máximo [...] mas antes de tudo aprender a aprender, aprender a desenvolver e aprender a continuar se desenvolvendo depois da escola." 

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