Vasconcellos (1995): Projeto Pedagógico

“... o planejamento não ocorre em um momento do ano, mas a cada dia. A realidade educacional é dinâmica. Os problemas, as reivindicações não têm hora nem lugar para se manifestarem. Assim, decide a cada dia, a cada hora” (Sobrinho apud Padilha 2000, p.30).


Vasconcellos (1995):[...] é um instrumento teórico-metodológico que visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. É uma metodologia de trabalho que possibilita re-significar a ação de todos os agentes da instituição (p.143).


Veiga (2004): 114
Todo projeto supõe rupturas com o presente e promessas para o futuro. Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se, atravessar um período de instabilidade e buscar uma nova estabilidade em função da promessa que cada projeto contém de estado melhor do que o presente (p.12).

Veiga (2004, p.13):
O projeto busca um rumo, uma direção. É uma ação intencional, com um sentido explícito,
com um compromisso definido coletivamente. Por isso, todo projeto pedagógico da escola é,
também, um projeto político por estar intimamente articulado ao compromisso sociopolítico
com os interesses reais e coletivos da população majoritária. É político no sentido de
compromisso com a formação do cidadão para um tipo de sociedade. Na dimensão pedagógica
reside à possibilidade da efetivação da intencionalidade da escola, que é a formação do cidadão
participativo, responsável, compromissado, crítico e criativo. Pedagógico, no sentido de definir
as ações educativas e as características necessárias às escolas de cumprirem seus propósitos e
sua intencionalidade.


Veiga (2004, p.13): “A construção do projeto político-pedagógico propicia a vivência democrática necessária para a participação de todos os membros da comunidade escolar e o exercício da cidadania”.


 Veiga (1998, p.10):
No decorrer do processo de construção do projeto político-pedagógico, consideram-se dois
momentos interligados e permeados pela avaliação: o da concepção e o da execução. Para que
possam construir esse projeto, é necessário que as escolas reconhecendo sua história e a
relevância de sua contribuição, façam autocrítica e busquem uma nova forma de organização
do trabalho pedagógico que reduza os efeitos da divisão do trabalho, da fragmentação e do
controle hierárquico (grifos da autora).











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