A prática da leitura na escola e na sociedade


instrumento para a sensibilização da consciência, para a expansão da
capacidade e interesse de analisar o mundo, lidar com a ciência, a cultura e o
processo de trabalho, uma vez que trata de um discurso que fala da vida,
encarando-a sempre de modo global e complexo em sua ambigüidade e
pluralidade de faces (YUNES e PONDÉ, 1988, p.10).


jogo, pondo de lado a sua realidade momentânea, e passa a viver,
imaginativamente, todas as vicissitudes dos personagens da ficção. Dessa
forma, aceita o mundo criado como um mundo possível para si (BORDINI e
AGUIAR, 1988, p.14),

 a biblioteca infanto-juvenil: “[...] sem dúvida um local privilegiado para o encontro significativo
do leitor com livros” (SILVA, 1988, p.3)


numa sociedade como a brasileira, ligada fortemente à oralidade, promover
a leitura significaria por exemplo ato capaz de livrar-nos do atraso, de
integrar-nos ao processo civilizatório do qual estamos excluídos por falta de
intimidade ao impresso (PERROTTI, 1990, p.16)


[...] talvez a nossa cultura esteja nos levando para uma nova civilização
visual, como a vivida pelo homem medieval, tão dominado pelo ícone
religioso quanto o homem moderno é dominado pelo ícone publicitário
(FARINA, 1982, p.25).


Ballesteros (1996, p.71), : [...] una sociedad dominada por la imagen, pluralista y relativista como la
actual, en la que se impone la cultura de lo efímero y lo transitorio, frente a
lo estable y duradero, plantear la creación de un hábito lector en nuestros
escolares, con lo que significa la lectura de abstracción, de soledad, de
reflexión, de imaginación, parece un acto heroico.


Machado (1999, p.110)
de vertical, feita em profundidade e desejando guardar o que era lido e
projetá-lo para o futuro, passou a ser horizontal, buscando abranger a maior
superfície possível, "agora, já", no presente. [E em conseqüência disto]. Fica
cada vez mais fácil informar-se, ter conhecimento. Mas em meio a tamanha
explosão de dados, muita coisa escapa, fica também cada vez mais difícil
compreender...


[...] indiscutivelmente um problema da sociedade. O desenvolvimento
econômico é condicionado pela possibilidade que terão todos os homens e
mulheres ativos (e não apenas certas camadas sociais) de tratar a informação
escrita de uma maneira eficaz (MORAIS, 1996, p.20).


[...] é uma necessidade objetiva do sujeito moderno, na medida em que a
leitura está implicada por muitas práticas sociais, e a impossibilidade de
realizá-la impede, em alguma medida, o sujeito de participar delas (BRITTO,
1999, p.98).


“a leitura do texto literário pode se constituir num fator de liberdade e transformação dos homens” (SILVA, 1986a, p.21)


Silva (1988, p.2) lembra que: o valor da leitura tende necessariamente para os horizontes de conquista da conscientização, da criatividade e da cidadania. Mas especificamente, as pessoas
devem ler e conviver com livros para não permanecerem na condição de massa de
manobra de um sistema social injusto [...].


o ato de ler permite a descoberta de características comuns e diferenças entre
os indivíduos, grupos sociais, as várias culturas; incentiva tanto a fantasia
como a consciência da realidade objetiva [...] (MARTINS, 1983, p.29).




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