(NIETZSCHE. citações sobre o espírito humano

Esse imperioso algo a que o povo chama “espírito” quer ser e quer se sentir senhor, dentro e em torno de si tem a vontade de conduzir da multiplicidade à simplicidade, uma vontade restritiva, conjuntiva, sequiosa de domínio e realmente dominadora. Suas necessidades e faculdades são aqui as mesmas que os fisiólogos apresentam para tudo que vive, cresce e se multiplica (NIETZSCHE, 1992, p. 136).


“nossa vida, como toda vida, é ao mesmo tempo uma morte perpétua” (NIETZSCHE citado por MARTON, 1991, p. 33).


O meu Zaratustra não o pode compreender senão o leitor a quem tenha impressionado ou entusiasmado cada uma das suas palavras: só então gozará o privilégio alegórico donde esta obra nasceu e sentirá veneração pela sua resplandecente claridade, pela sua amplitude, pelas suas perspectivas longínquas e pela sua certeza (NIETZSCHE, 1976, p. 16, grifos meus).


Há boas razões para esperar que toda dogmatização em filosofia, não importando o ar solene e definitivo que tenha apresentado, não tenha sido mais que uma nobre infantilidade e coisa de iniciantes; e talvez esteja próximo o tempo em que se perceberá quão pouco bastava para constituir o alicerce das sublimes e absolutas construções filosofais que os dogmáticos ergueram – alguma superstição popular de um tempo imemorial (como a superstição da alma, que, como superstição do sujeito e do Eu, ainda hoje causa danos) (...). Parece que todas as coisas grandes, para se inscrever no coração da humanidade com suas eternas exigências, tiveram primeiro que vagar pela terra como figuras monstruosas (NIETZSCHE, 1992, p. 7-8).


com um arco assim teso pode-se agora mirar nos alvos mais distantes. (1992, p. 8)(NIETZSCHE, 1992, p. 7-8).




Nenhum comentário:

Postar um comentário