tecnológico das escolas

"Na prática, ele está reduzido a mero repassador de informações que, no atual estágio tecnológico das escolas, ainda exige alguma qualificação de voz, braços, pernas, mas que já pode ser perfeitamente substituída pela máquina, como vídeo-cassete, aparelhos de projeção etc. Além de sua desqualificação, acontece sua desvalorização relativa como força de trabalho. Reduz-se o custo geral de reprodução da força de trabalho, determinando que seu preço também se reduza". (WENZEL, 1994)

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