Brookfield

 “A participação em diálogos críticos com os colegas permite-nos aceder às suas versões dos acontecimentos que também vivemos.” (Brookfield, 1995, p. 35).

 “Ao convidarmos colegas para verem o que fazemos, ou para encetar diálogos críticos com eles, nós acedemos a aspectos da nossa prática que normalmente nos são omissos.” (Brookfield, 1995, p. 30).
           
 “A teoria pode ajudar-nos a dar nome à nossa prática ao iluminar os elementos gerais que nós pensamos serem experiências idiossincráticas.” (Brookfield, 1995, p. 36).

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