trabalho Gorz, 1988:168).


"a racionalidade econômica não se aplica quando o indivíduo é livre para determinar ele próprio o nível de suas necessidades e o nível do seu esforço" (Gorz, 1988:141-2).


 "a categoria do suficiente que regula o equilíbrio entre o nível de satisfação e o volume de trabalho para si" (Gorz, 1988:142). 


"uma técnica que dispensa o sujeito de dar sentido à decisão e de assumi-la como sua: é o próprio cálculo que decide" (Gorz, 1988:160). 


 "as atividades do técnico, do policial, do biscateiro, do entregador de croissants quentes a domicílio, da mãe, do engraxate, do padre, da prostituta, etc, tudo isso é 'trabalho', tudo isso tem sua utilidade social e tudo isso merece ser remunerado de uma ou outra maneira" (Gorz, 1988:168).


 "consiste em remunerar as atividades que não tem fins comerciais e em sujeitar à lógica do rendimento atos que só estarão de conformidade com seu significado se o tempo que eles consomem não for levado em conta" (Gorz, 1988:170-1). 


"não é suficiente que uma atividade seja empreendida tendo em vista a troca comercial... para que ela seja considerada trabalho no sentido econômico" (Gorz, 1988:173).


"aquela produção de valor de uso na qual nós somos os próprios artífices e os únicos destinatários" (Gorz, 1988:191). 


 "O trabalho que desaparece é o trabalho abstrato, o trabalho em si, mensurável, quantificável, destacável da pessoa que o 'fornece', suscetível de ser comprado e vendido no 'mercado de trabalho'. Em suma é o trabalho monetarizável ou trabalho-mercadoria, que foi inventado e imposto à força e ao custo de muito sofrimento pelo capitalismo manufatureiro a partir do fim do século XVIII" (Gorz, 1997:95).


 "a economia não tem mais necessidade... do trabalho de todos. E que, por conseqüência, a 'sociedade do trabalho' está caduca: o trabalho não pode mais servir de fundamento à integração social" (Gorz, 1988:93). 


 "O mesmo trabalho que... é corvéia quando efetuado cotidianamente e em tempo integral, torna-se um tempo entre outros quando, distribuído ao conjunto da população, ocupa apenas quinze minutos ao dia" (Gorz, 1980:146).

 "a moralização não exige necessariamente a supressão da esfera da heteronomia; ela exige apenas sua subordinação à esfera da autonomia" (Gorz, 1980:134).



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