Trabalho e globalização


 NASCIMENTO (1997:91):"..Não é a força, a lei do mais forte, que imperaria no estado natural que dá substrato ao contrato social, mas a necessidade de superar ou simplesmente controlar a desigualdade social. Sem limites à desigualdade social, simplesmente não existe sociedade, não existe o princípio da solidariedade".

Kapp (1950) citado por ALTVATER (1999:132):"Os custos e os benefícios sociais têm que ser considerados como fenômenos extra mercado; são gerados e providos para a sociedade como um todo; são heterogêneos e não podem ser comparados quantitativamente entre eles e com cada um deles, nem mesmo em princípio".

SPOSATI (1997): "A atual proposta de globalização transmuta a utopia da cristianização, ou a do "trabalhadores do mundo todo uni-vos" para a realidade de um mundo dominado pelos ideais neoliberais de um só capital"(pg. 45).

 SPOSATI (1997:47): "....enquanto a sociedade não incorporar , como intrínseco a sua dignidade, padrões básicos de cidadania, dificilmente um enunciado trará mudanças e direitos efetivos à população."

MARTINS (1992:19): "desde que o Estado seja soberano, a origem das mudanças sociais encontram-se em processos internos à sociedade".

CARVALHO (1997:212):"...as ONGs, a despeito dos vínculos associativos que porventura venham enlaçar, são estritamente independentes e autônomas face ao Estado e ao Mercado que, até este ponto, haviam sido considerados os agentes exclusivamente responsáveis pelos processos de desenvolvimento econômico, simbólico, social e político das sociedades na sua totalidade".

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