Consumo e exclusão social Zigmunt Balman (1998)


Zigmunt Balman (1998),:“Quanto mais elevada a “procura do consumidor”(isto é, quanto mais eficaz a sedução do mercado), mais a sociedade de consumidores é segura e próspera”. (...) mais amplo e mais profundo é o hiato entre os que desejam e os que podem satisfazer os seus desejos” (p. 55). 



Nestor García Canclini (1999): “Homens e mulheres percebem que muitas das perguntas próprias dos cidadãos – a que lugar pertenço e que direitos isso me dá, como posso me informar, quem representa meus interesses – recebem suas respostas mais através do consumo privado de bens e dos meios de comunicação de massa do que nas regras abstratas da democracia ou da participação coletiva em espaços públicos” (opus citatum, p. 37). 


Jacob Gorender (1999):“Estabeleceu-se um regime de trabalho dualista, com um núcleo de operários mais qualificados, estáveis e melhor remunerados, e uma maioria de assalariados em caráter precários, menos qualificados e pior remunerados. Acentuaram-se a fragmentação e a diferenciação no seio da classe operária” (opus citatum, p. 119). 



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