Comunismo, capitalismo e globalização

(IANNI, 1997). "....Nesse sentido é que as condições e possibilidades de construção e exercício da hegemonia podem ser decisivamente influenciadas pelas exigências da globalização, expressa na atuação das organizações multilaterais e das corporações transnacionais" (pg.19)


FREITAS (2001, p. 17):".....finda a Guerra Fria e certificada a disfunção do comunismo, o chamado neoliberalismo montou no cavalo encilhado – e assim o mercado iniciou sua marcha triunfal para a tomada do poder global, derrubando todas as fronteiras nacionais da economia, nas finanças e na cultura, e implantando a ideologia de que o laissez-faire é a única estratégia correta para a prosperidade e o bem-estar. A globalização destronou o Estado, tornando-o mero apêndice decorativo do mercado, privando-o de seus atributos clássicos de determinar a economia e as finanças, defender os interesses da nação e dos cidadãos. Todos os utopismos, os marxistas e os liberais, colocavam a abolição do Estado num futuro que seria o termo final da evolução humana. Para os marxistas, isso seria depois da revolução; para os liberais da economia clássica, não haveria necessidade de revolução, por tratar-se de algo imanente às regras do mercado".


SIQUEIRA (2002):Quando falamos da globalização como o contexto formado pela síntese das tecnologias de informação, de comunicação e de entretenimento, que reestruturam não só o lazer, mas também o trabalho, a produção, a educação e o próprio homem, estamos nos referindo a uma nova forma de capitalismo chamada tecnocapitalismo que, em termos de economia política se caracteriza pelo aumento do poder do mercado e pelo declínio do Estado-nação acompanhado do crescente poder das corporações transnacionais no mundo-como-um-todo. 


John Galbraith: “Globalização não é um conceito sério.  Nós, americanos, o inventamos para dissimular nossa política de penetração  econômica nos outros países (Entrevista a Folha de São Paulo, 02.11.97)

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