Inglês: O ensino da língua Inglesa no Brasil - Moita Lopes (1996, pg. 130)


 Schimitz (2009, p.18): “uma política de ensino de línguas que enfatiza somente a leitura enfraquece o papel do professor de língua estrangeira”.

Moita Lopes (1996, pg. 130);“considerar o ensino de Inglês no Brasil como um recurso para a comunicação oral parece negar qualquer relevância social para a sua aprendizagem”.

Brun (2003, p. 107):“o sistema escolar, de maneira geral, não consegue praticar o ideal humanista que advoga, e a escola raramente leva em consideração os valores, os sentimentos, as percepções, as atitudes e qualquer outra categoria de conduta associada à subjetividade humana”.


  Scheyerl (2010, p. 131):“a eficácia pedagógica dependerá principalmente da ação desenvolvida em sala com os alunos, pois é o professor quem tem a posição privilegiada de negociar, sugerir, incentivar e orientar as mudanças necessárias para que o processo de aprendizagem, como um todo, funcione de modo harmônico e produtivo”.


“O inglês é uma epidemia que contamina 750 milhões de pessoas no planeta[1]. Essa língua sem fronteiras está na metade dos 10.000 jornais do mundo, em mais de 80% dos trabalhos científicos e nos jargões de inúmeras profissões, como a informática, a economia e a publicidade” (PAIVA, 2005, p. 10).


Oliveira (2009, p. 22):“se não houver uma função clara, um objetivo claro, para a aprendizagem, não se pode justificar a manutenção de uma língua estrangeira no currículo das escolas públicas”.


Bagno (2002):“o objetivo da escola, no que diz respeito à língua, é formar cidadãos capazes de se exprimir de modo adequado e competente, oralmente e por escrito, para que possam se inserir de pleno direito na sociedade e ajudar na construção e na transformação dessa sociedade, é oferecer a eles uma verdadeira educação linguística”.


“o retrato negativo no uso e na aprendizagem de língua inglesa na sala de aula, em especial da escola pública, pode ser confirmado por inúmeros depoimentos”.(cf. SCHEYERL, 2009, p. 126).

“Entre os séculos IX e XIX, época em que viajar era uma atividade extremamente difícil, pela falta de meio de transportes rápidos e confortáveis, o contato entre as culturas comumente se dava por meio dos textos literários. Nada mais natural, portanto, do que o ensino de línguas estrangeiras voltado para o desenvolvimento da competência de leitura dos estudantes”. (OLIVEIRA, 2009, p. 23).


Na formação permanente dos professores o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática. É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática. Paulo Freire (1996)



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