A educação sexual Foucauld (1997, p.97)

Foucauld (1997, p.97): “não se deve conceber a sexualidade como uma espécie de dado da natureza que o poder é tentado a pôr em xeque, ou como um domínio obscuro que o saber tentaria, pouco a pouco, desvelar. A sexualidade é o nome que se pode dar a um dispositivo histórico: não a uma realidade subterrânea que se apreende com dificuldade, mas à grande rede da superfície em que a estimulação dos corpos, a intensificação dos prazeres, a incitação ao discurso, à formação do conhecimento, o reforço dos controles e das resistências, encadeiam-se uns aos outros, segundo algumas grandes estratégias de saber e de poder”.


“A sexualidade tem grande importância no desenvolvimento e na vida psíquica das pessoas, pois independentemente da potencialidade reprodutiva, relaciona-se com a busca do prazer, necessidade fundamental dos seres humanos. Neste sentido, a sexualidade é entendida como algo inerente, que se manifesta desde o momento do nascimento até a morte, de formas diferentes a cada etapa do desenvolvimento.” (PCN, p. 117)


“A orientação sexual não pode ser uma matéria escolar, por que a sexualidade faz parte da vida, é uma matéria dinâmica do cotidiano e não dos livros, do quadro de giz ou sessões de vídeo”(Laura Monte Serrat – Revista Construir Noticia- nº 25-dez/2005)

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