Beleza e estética (Huisman, 1984: 39).

 "uma primeira beleza que pela sua presença torna belas as coisas que designamos por belas, qualquer que seja o modo como se faz essa comunicação"(Huisman, 1984:17)

"superar a antinomia fundamental entre a ideia de um gosto subjectivo, imbuído do que a sensibilidade comporta de contingência, particular e arbitrário, e a ideia de um gosto universal e necessário. Entre estes dois pólos, o gosto ficava apenas reduzido ou a um prazer ou a um juízo" (Huisman, 1984: 36).

 "é permitido determinar, por conceitos a priori, a relação de um conhecimento que não provém nem da razão pura prática nem da razão pura especulativa, mas da faculdade de julgar proveniente do sentimento do prazer ou do desgosto" (Huisman, 1984: 36). 

 "o gosto é a faculdade de julgar um objecto ou um modo de representar pela satisfação ou desprazer de forma inteiramente desinteressada. Designa-se por Belo o objecto dessa satisfação" (Huisman: 1984:38). 

"a necessidade do contentamento universal concebido num juízo de gosto é uma necessidade subjectiva, na suposição de um senso comum", definindo o Belo a partir deste momento como "aquilo que é reconhecido sem conceito como o objecto de uma satisfação necessária" (Huisman, 1984: 39). 

"Kant foi o primeiro a adquirir o conhecimento, ulteriormente admitido, segundo o qual o comportamento estético está isento de desejos imediatos; arrancou a arte ao filistinismo voraz, que continua de novo a tocá-la e saboreá-la" (Adorno, 1970: 21). 

 "a satisfação desprovida deste modo do que em Kant se chama o interesse, torna-se satisfação de algo tão indefinido que já não serve para nenhuma defeinição de Belo" (Adorno, 1970: 21).

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