Alunos especiais, escola e inclusão


“As escolas devem ajustar-se a todas as crianças, independentemente das suas condições físicas, sociais, lingüísticas ou outras. Neste conceito devem incluir-se crianças com deficiências ou superdotadas, crianças de rua ou crianças que trabalham, crianças de populações imigradas ou nômades, crianças de minorias lingüísticas, étnicas ou culturais e crianças de áreas ou grupos desfavorecidos ou marginais” Declaração de Salamanca, UNESCO, 1994


Santos (1999,p.74), "[...] a participação social tem-se tornado uma preocupação cada vez mais constante e forte, desta vez não apenas por parte de profissionais que lidam com portadores de deficiências, mas também pelos próprios e suas famílias"

"valorização de cada pessoa, aceitação das diferenças, convivência da diversidade, criação de oportunidades iguais para pessoas com deficiência, consciência de cidadania, solidariedade humanitária, cumprimento da legislação" (Sassaki, 1997, p.10).

Sousa e Prieto (2002, p.123), "tem-se previsto o ‘especial' na educação referindo-se a condições que possam ser necessárias a alguns alunos para que se viabilize o cumprimento do direito de todos à educação"

Goffredo (1999, p.46): "... O processo pedagógico fica com certeza, mais rico, propiciando uma melhor qualidade de educação para todos. É dessa forma que todos se enriquecem: alunos, professores, família e comunidade"




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