Professores na era da informação (WENZEL, 1994)

CASTELLANI (2002), "requer que a percebamos, por um lado, como um componente curricular responsável pela apreensão (no sentido da constatação, demonstração, compreensão e explicação) de uma dimensão da realidade social, na qual o aluno está inserido, que denominamos cultura corporal, parte da cultura do homem e da mulher brasileiros".

"Na prática, ele está reduzido a mero repassador de informações que, no atual estágio tecnológico das escolas, ainda exige alguma qualificação de voz, braços, pernas, mas que já pode ser perfeitamente substituída pela máquina, como vídeo-cassete, aparelhos de projeção etc. Além de sua desqualificação, acontece sua desvalorização relativa como força de trabalho. Reduz-se o custo geral de reprodução da força de trabalho, determinando que seu preço também se reduza". (WENZEL, 1994)

"Esforço significa não-acomodação; participação significa atualização; cooperação significa partilha na disseminação e inseminação de uma nova intuição da vida. Esperar de braços cruzados, neste caso, é dar terreno a novas investidas do poder opressor e continuar na submissão". (SILVA,1989).

"considerarei o professor (da escola de 1º e 2º graus) um trabalhador intelectual, prioritariamente (portanto não exclusivamente) difusor do conhecimento necessário (mesmo que insuficiente) à transformação efetiva da realidade com vistas à satisfação das necessidades propriamente humanas[...] quanto mais clareza o professor tenha de que está inserido na luta pela socialização da cultura, melhores condições ele vai adquirindo de exercer concretamente (e não apenas em palavras ou boas intenções) sua função na direção da satisfação das necessidades propriamente humanas". (RIBEIRO,1984)

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