Inclusão, globalização, Era da Informação e inclusão digital


 Miyamoto (1997, p.276-284): Os processos de globalização, privilegiando as relações diplomáticas, econômicas e culturais ... tem feito com que grande parte das análises recentes considere com que debates sobre a segurança dos Estados sejam temática superada. ... As alianças que ora estão sendo implementadas são o germe da nova política de segurança global (e regional) das próximas décadas.

 Barros (2005), a “ estarem ancorados numa significativa tradição de valorização e estímulo às atividades científicas e tecnológicas ”

Lentz (2004, p.77) " agências governamentais, pesquisadores acadêmicos, fundações nacionais e grupos comunitários têm trabalhado para mapear a brecha entre os com e sem telefones, computadores pessoais, ou acesso a internet por ano”.

“aqueles que sempre usam o computador tiveram um pior desempenho que outros usuários da mesma classe social e para os mais pobres, o resultado foi mais nítido ainda”. (Dwyer (2007).


 Sobre  a inclusão digital Silveira e Cassiano (2003, p. 29)
Primeiro: o reconhecimento de que a exclusão digital amplia a miséria e dificulta o desenvolvimento humano, local e nacional;
Segundo: a constatação de que o mercado não irá incluir na era da informação as camadas pobres e desprovidas de dinheiro;

 Terceiro: a velocidade da inclusão é decisiva para o aproveitamento do desenvolvimento no contexto de “mundialização” de trocas desiguais e, também, para adquirir capacidade de gerar inovações; e 
Quarto: toda essa busca é uma questão de cidadania.




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