Educação indisciplina e trabalhos coletivos



 “o aspecto coletivo da participação deve ser visto não como um processo despersonalizador, mas pelo contrário, como o principal instrumento de construção da individualidade” (VASCONCELLOS, 2004, p.53).




“A situação em sala de aula é intricada, pois ali se encontram vários seres imersos em processos de alienação. Cabe ao educador, como ser mais experiente e maduro, tomar a iniciativa de buscar romper o círculo da alienação” (VASCONCELLOS, 2004, p.54).



“A obtenção de disciplina por coação está baseada no uso da punição como ameaça ou como prática efetiva. Esta forma de disciplina leva, portanto, à heteronomia (ser governado por outrem) ao invés de propiciar a autonomia (ser governado por si próprio)” (VASCONCELLOS, 2004,p.58).



Se queremos que as crianças desenvolvam a autonomia moral, devemos reduzir nosso poder adulto, abstendo-nos de usar recompensas e castigos e encorajando-as a construir por si mesmas seus próprios valores morais” (KAMII, 1986, p.109).



“A criança indisciplinada está tentando dizer alguma coisa para a professora. É preciso saber ouvir e compreender a mensagem que se esconde por trás do comportamento manifesto como indisciplina” (ROSENBERG, 1986, p.50).

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