Citações provas Professor de Educação Básica I (Educação Infantil)


“Em The post-american world, Zakaria nos convida a olhar em volta e perceber o quanto símbolos de poder outrora imediatamente identificados com os Estados Unidos hoje enchem os olhos de cidadãos no ‘resto’ do globo...” (L.25-28)





Viver na sociedade brasileira é fundamentar as práticas pedagógicas, a partir dos Princípios Estéticos da Sensibilidade, que reconhece nuances e variações no comportamento humano. Assim como da Criatividade, que estimula a curiosidade, o espírito inventivo, a disciplina para a pesquisa e o registro de experiências e descobertas. E, também, da Diversidade de Manifestações Artísticas e Culturais, reconhecendo a imensa riqueza da nação brasileira em seus modos próprios de ser, agir e expressar-se.  (DCNs, 1998, p.4)





“O educar não inclui necessariamente o cuidar? Como educar sem cuidar? (...) já não será hora de assumir o educar, entendendo que abrange as duas tarefas?” (Kramer, 2005) 






“Precisaríamos de um verbo “letrar” para nomear a ação de levar os indivíduos ao letramento... Assim, teríamos alfabetizar e letrar como duas ações distintas, mas não inseparáveis, ao contrário: o ideal seria alfabetizar letrando, ou seja: ensinar a ler e a escrever no contexto das práticas sociais de leitura e da escrita, de modo que o indivíduo se tornasse ao mesmo tempo, alfabetizado e letrado.” 
(Magda Soares, 1998)





Assumir um trabalho de acolhimento às diferentes expressões e manifestações das crianças e suas famílias significa valorizar e respeitar a diversidade, não implicando a adesão incondicional aos valores do outro. Cada família e suas crianças são portadoras de um vasto repertório que se constitui em material rico e farto para o exercício do diálogo, aprendizagem com a diferença, a não-discriminação e as atitudes não preconceituosas. Essas capacidades são necessárias para o desenvolvimento de uma postura ética nas relações humanas. Nesse sentido, as instituições de educação infantil, por intermédio de seus profissionais, devem desenvolver a capacidade de ouvir, observar e aprender com as famílias. Acolher as diferentes culturas não pode se limitar às comemorações festivas, a eventuais apresentações de danças 
típicas ou à experimentação  de pratos regionais. Essas iniciativas são interessantes e desejáveis, mas não são suficientes para lidar com a diversidade de valores e crenças.”  
(Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, vol. 1 p. 77)





Um estudo realizado por Moysés Kessel (1954) mostrou a dramaticidade da situação na década de quarenta: do total de crianças que se matricularam pela primeira vez no primeiro ano, em 1945, apenas 4% concluíram o primário em 1948, sem reprovações; dos 96% restantes, metade não concluiu sequer o primeiro ano.  Trinta anos depois, Barreto (1984) não nos autoriza qualquer otimismo: os dados oficiais, aparentemente indicativos de uma melhoria da prestação de serviços escolares à população, são relativizados quando repassados pelos olhos atentos de quem se propõe a procurar nos números sua face mais óbvia. 
(PATTO, 1996)







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