Patrimônio histórico oficial do Brasil Fenelon, 1994, p. 30) (Miceli, 1987, p. 44)

"No que concerne aos segmentos da cultura material selecionados, firmou-se uma opção inequívoca pelos bens de ‘pedra e cal’, em detrimento de outras modalidades de acervo, a começar pelos materiais impressos passíveis de serem processados em arquivos e bibliotecas". (Miceli, 1987, p. 44)


"Não foi necessário muito tempo para se identificar e se colocar sob proteção e égide do Estado, através do instituto do tombamento regulamentado pelo decreto nº 25, um conjunto de bens culturais que constituem até hoje, grosso modo, o núcleo do assim chamado patrimônio histórico oficial do Brasil. Significativamente, a predominância do patrimônio edificado é avassaladora: igrejas, capelas, quartéis, fortes, cadeias, palácios, casas de câmaras, imponentes casarões, logo surgiram nas listagens e foram paciente (e valorosamente) restaurados e postos à visitação pública, como símbolos do passado da nação. Estavam assim definidos e consagrados os elementos simbólicos dignos de preservação e de integrarem este patrimônio – as sedes do poder político, religioso, militar, da classe dominante, com seus feitos e modos de vida." (Fenelon, 1994, p. 30)


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